quarta-feira, 4 de outubro de 2017

4 verdades que muitos cristãos precisam saber para PARAREM de ser INJUSTOS com os divorciados


Uma parcela significativa dos cristãos só aceita o divórcio em caso de abandono e adultério (alguns deles, nem nestes casos). Para esses grupos, o divórcio por outros motivos tão ou mais graves, levam à perda da salvação. Esse é um assunto polêmico, mas necessário de ser abordado, pois muitos divorciados necessitam saber como está sua situação perante Deus, e outros querem saber o que aconteceria se saíssem do inferno em que vivem.
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2 comentários:

  1. Erika, certamente Deus me direcionou para sua página. Muitas pessoas confundem a religiosidade e deixam o relacionamento com Deus de lado. Me separei há 2 dias por maus tratos psicológicos, de um marido que veste a máscara de cristão, mas que não aprendeu no verdadeiro sentido da palavra a ser o sacerdote, o cabeça. Um homem desiquilibrado, pelo qual me anulei, me dediquei, mas nada nunca foi o suficiente. A única firma que encontrava de se mostrar homem, era pagando as contas, se impondo com gritos e quebrando coisas dentro de casa. Orei, intercedi, mas esgotei todas as minhas tentativas quando isso aconteceu perante meu filho de 5 anos em que se viu acuado junto aos meus braços, em meio a gritos e coisas sendo quebradas. Obrigada pelas palavras! Gostaria que meus líderes pudessem ter essa visão, ao invés de achar que tomei decisões precipitadas ao me separar.

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    1. Fico muito triste quando ouço histórias assim. Todos nós torcemos sempre pelas famílias, pelos casamentos. Acredito fortemente que um casamento possa ser consertado, mas isso exige humildade para reconhecer erros e disposição de mudar. Infelizmente, muitos cônjuges abusivos nem sequer aceitam que são abusivos. E muitos homens acham que, por serem 'o cabeça da família', têm o direito mandar, intimidar, colocar medo. A esposa sai machucada, os filhos amedrontados. Eu tive um pai abusivo (contra a minha mãe), conheço bem o medo que um filho pode sentir do pai. Enfim, se tu te aconselhou com Deus e sente que é a melhor decisão, vá em frente. Não te preocupa com o que teus líderes na igreja vão pensar sobre isso. És tu quem vive no inferno. Se tu fosses membro na igreja da qual faço parte, tu serias acolhida e protegida. Desejo o melhor para ti e teu filho, Márcia. Um abraço!

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